Desenvolvimento Psicossexual - Fases
Por: Alis Minervino.
O
estudo tem por objetivo, discorrer de forma lacônica sobre as fases do Desenvolvimento
Psicossexual – Segundo Freud. Este é um
tema que desafia especialistas. Enumeras são as produções que visam trazer uma
compreensão correlacionada ao curso do tema.
Cada uma com peculiaridades próprias.
Freud
após pesquisas e análises conclui que os comportamentos são defensivos e
incitados por impulsos do ID, enquanto o EGO e o SUPEREGO, são constituídos por
experiências relacionais e objetais na infância. Isto nos diferencia uns dos
outros e nos torna seres impares, visto que, é impossível um ser, sendo ele
único viver experiências iguais a vida de outro ser. Conceito de ID, EGO,
SUPEREGO partir de Freud (1940, livro 7, pp. 17-18).
“O Id
contém tudo o que é herdado, que se acha presente no nascimento e está presente
na constituição, acima de tudo os instintos que se originam da organização
somática e encontram expressão psíquica sob formas que nos são desconhecidas. O
Id é a estrutura da personalidade original, básica e central do ser humano,
exposta tanto às exigências somáticas do corpo às exigências do ego e do
superego. O Id seria o reservatório de energia de toda a personalidade.” “O Ego
é a parte do aparelho psíquico que está em contato com a realidade externa. O
Ego se desenvolve a partir do Id, à medida que a pessoa vai tomando consciência
de sua própria identidade, vai aprendendo a aplacar as constantes exigências do
Id. Como a casca de uma árvore, o Ego protege o Id, mas extrai dele a energia
suficiente para suas realizações. Ele tem a tarefa de garantir a saúde,
segurança e sanidade da personalidade. Uma das características principais do
Ego é estabelecer a conexão entre a percepção sensorial e a ação muscular, ou
seja, comandar o movimento voluntário. Ele tem a tarefa de auto-preservação. o
ego é originalmente criado pelo Id na tentativa de melhor enfrentar as
necessidades de reduzir a tensão e aumentar o prazer. O Ego tem de controlar ou
regular os impulsos do Id, de modo que a pessoa possa buscar soluções mais
adequadas, ainda que menos imediatas e mais realistas. Esta última estrutura da
personalidade se desenvolve a partir do Ego.
O
Superego atua como um juiz ou censor sobre as atividades e pensamentos do Ego,
é o depósito dos códigos morais, modelos de conduta e dos parâmetros que
constituem as inibições da personalidade. Freud descreve três funções do
Superego: consciência, auto-observação e formação de ideais. Enquanto
consciência pessoal, o Superego age tanto para restringir, proibir ou julgar a
atividade consciente, porém, ele também pode agir inconscientemente. As
restrições inconscientes são indiretas e podem aparecer sob a forma de
compulsões ou proibições. O id é inteiramente inconsciente, o ego e o superego
o são em parte. "Grande parte do ego e do superego pode permanecer
inconsciente e é normalmente inconsciente. Isto é, a pessoa nada sabe dos
conteúdos dos mesmos e é necessário despender esforços para torná-los
conscientes" ( FREUD, 1933, livro 28, p. 88-89
O Pai
da Psicanalise destaca-se como um dos mais influente teórico dos últimos dois
séculos. Suas radicais abordagens sobre os diversos conteúdos, como a
sexualidade e o inconsciente, impulsionaram o meio tradicionalista da sociedade
no final séc. XX. Momento o qual a figura representativa da criança era vislumbrada
como ser imaculado e puro, ou seja, um ser não sexual. Sigmund afirma com base
em estudos e pesquisas que a sexualidade evolui na criança através de estágios
ou etapas de desenvolvimento, dividindo-as em fases: Fase oral, fase anal, fase
fálica, período de latência e fase genital. A frente decorrei sobre estes estágios de
forma sucinta
.
A fase oral
primeiro estágio do desenvolvimento, ocorre do nascimento aos 18 meses, zona
erógena a região bocal. O eixo de gratificação libidinal advém do prazer gerado
ao alimentar-se no seio materno, o sugar, o morder (posterior), o engolir e da
exploração do seu ambiente (objetos conduzidos a boca).
Toda esta demanda provém do ID, integrando-o como instancia predominante,
visto que o EGO e SUPEREGO não estão desenvolvidos integralmente nesta fase. Apenas
o EGO ainda de modo primitivo, inicia seu desenvolvimento neste estágio. Se não
há formação de identidade, as ações da criança irão basear-se no princípio de
prazer. Conforme descrito no texto a seguir
...”o ego infantil está se
formando durante o estágio oral; dois fatores contribuem para sua formação: (i)
no desenvolvimento de uma imagem de corpo, a criança é discreta do mundo
externo; por exemplo, a criança compreende a dor quando é aplicada ao seu
corpo, identificando, assim, os limites físicos entre seu corpo e meio
ambiente; (ii) experimentar uma gratificação atrasada leva à compreensão de que
comportamentos específicos satisfazem algumas necessidades, como por exemplo
chorar gratifica certas necessidades.”https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_psicossexual#Fase_oral
Os
objetos predominantes são os seios e seus sucedâneos, como (chupetas, dedos,
sugadores e alimentos). Fase caracterizada por urgência das necessidades,
dependência total, baixa tolerância a frustração e a ansiedade de separação.
Momento que inicia-se também a apreensão do mundo em volta, como bom ou mal,
representação de perigo ou segurança, sentimento de satisfação ou frustração. O
que é apreciado ou não, vincula-se ao anseio de leva-lo a boca.
Este
período divide-se em dois tipos de comportamento: O oral incorporativo
(ingerir) e o comportamento agressivo ou sádico (morder ou cuspir), que observa-se
na eflorescência do surgir das primeiras dentições.
Teóricos
definem que a libido se mantém em alguns de nós, como fixação. O próprio Freud
chegou a pontuar que toda a neurose e disfunção mental em adultos derivam da
“fixação” em uma das fases. Observados em fumantes, declamadores (pessoas falam
demasiadamente), no sexo oral, roer unhas, hábito de levar objetos a boca
(canetas, palito) ou consumir gomas de mascar, balas entre outros.
Observa-se que o
crescimento físico acontece de modo constante. Enquanto o desenvolvimento da
psique alterna momentos de stress e ansiedade. Quando estas mudanças oscilam
descomedidamente produzem mais ansiedade e pode ocasionar uma permanência no estágio
de desenvolvimento presente, como estratégia de defesa do EGO. Esta defesa
denominamos “Fixação.” Ou seja, fixação seria o apego da libido a um estágio
inicial/primitivo de desenvolvimento. Conforme citado na teoria da
personalidade, Fadigman, James Frager, Robert.
...” Conforme a criança
cresce, outras áreas do corpo desenvolvem-se e tornam-se importantes regiões de
gratificação. Entretanto, alguma energia é permanentemente fixada ou catexizada
nos meios de gratificação oral. Em adultos, existem muitos hábitos orais bem
desenvolvidos e um interesse contínuo em manter prazeres orais. Comer chupar,
morder, lamber ou beijar com estalo, são expressões físicas destes interesses.
Pessoas que mordicam constantemente, fumantes e os que costumam comer demais
podem ser pessoas parcialmente fixadas na fase oral, pessoas cuja maturação
psicológica pode não ter se completado. A fase oral tardia, depois do
aparecimento dos dentes, inclui a gratificação dos instintos agressivos. Morder
o seio, que causa dor à mãe e leva a um retraimento do seio, é um exemplo deste
tipo de comportamento. O sarcasmo do adulto, o arrancar o alimento de alguém, a
fofoca, têm sido descritos como relacionados a esta fase do desenvolvimento. A
retenção de algum interesse em prazeres orais é normal. Este interesse só pode
ser encarado como patológico se for o modo dominante de gratificação, isto é,
se uma pessoa for excessivamente dependente de hábitos orais para aliviar a
ansiedade.” Fonte:"Teorias da Personalidade".Fadigman,
James Frager, Robert.http://www.psiquiatriageral.com.br/psicoterapia/freud4.htm
Fase anal
segundo estágio do desenvolvimento, ocorre entre os 18 à 36 meses (1 à 3 anos).
Zona erógena é a região anal. Período em que a criança aprende a controlar os esfíncteres
e lidar com a frustração de não poder suprimir a suas necessidades de forma
imediata. As técnicas utilizadas para apreender esta insatisfação, se
inadequadas podem influir no desenvolvimento de uma personalidade anal agressivo
hostil e sádico na vida adulta, como acessos de raivas, destrutividade ou
uma personalidade retentora, teimosa, mesquinha, compulsivamente limpa, rígida
entre outros.
A criança
retém as fezes em troca de ganhos secundários, elogio ou recompensa dos pais. No
entanto o ato manipulador pode ocorre também no sentido inverso, tencionando “destruir”
seu progenitor. Vale ressaltar que são ações de ordem do inconsciente.
O
estimulo a práticas higiênicas contribui também para formação desta
personalidade. Ou seja, o “interferir” na satisfação gerada com a ação deste impulso
instintivo e característico do estágio que é o prazer erótico da evacuação.
Vale registrar que o contato com substancias de consistência similares a
excreção como massa de modelagem, plasticina, barro, argila entre outros são
estímulos.
Esta é
a fase da absorção de normas sociais, neste estágio a criança absorve de seus
vínculos compreensões sobre diferenças entre; certo/errado, limpo/sujo,
bom/mal... Momento em que a criança se percebe em maio a tabus e restrições,
com relação a temas que envolvem sua genitália ou sexualidade.
Quando os mecanismos
utilizados na orientação da criança com relação aos impulsos biológicos são
rígidos, severos, repressores, podem desencadear uma reação de retenção
(fezes), como mencionado acima. Se esta reação ocorre de forma simbólica difundindo-se
a outros comportamentos, a criança desenvolverá, segundo Freud, um carácter
anal-retentivo. Sigmund destaca-se entre os estudiosos ao afirmar que o caráter
e seus desdobramentos poderiam ser evidenciados como transmutações permanentes
dos impulsos primitivos infantis. Conforme descrito por Rodrigues:
...A criança pode reagir às excessivas exigências
de uma outra forma: em vez de reter as fezes e de infligir sofrimento a si
própria, revolta-se contra a dureza e repressão do treino, expelindo-as nos
momentos menos apropriados. Freud fala, neste caso, por generalização
simbólica, de carácter expulsivo anal - protótipo de todos os traços expulsivos
da personalidade: crueldade, assombros de fúria, irritabilidade, sadismo,
tendências violentas e destrutivas e também desorganização. Fonte:
Psicologia, Luis Rogrigues, Plátano Editora [Modificado]
A
criança que evoluciona de forma inadequada ou ineficaz desencadeara conflitos
no decorrer de sua vida, em termos psicológicos fixação na fase. Freud aponta
como três características principais no caráter anal; ordem,
parcimônia (economia).
Alguns
comportamentos expressos pelo adulto como avareza, interesse por colecionar ou
acumular objetos, economia, encontram neste o seu padrão. Inconscientemente
agrupa-se no folclore diversos termos correlacionados a identidade da dejeção
como; “ podre de rico”, “lambuzento de dinheiro”, “o dinheiro fede”, cheiro de
dinheiro entre outros.
Fase Fálica,
Freud define-a como a de maior importância e acontece entre os quatro e seis
anos, variando entre teóricos. Zona erógena principal pênis ou clitóris. Etapa que
marca o início da chegada do nível Edipiano, da libido e do SUPEREGO ao
desenvolvimento. Neste os vínculos relacionais constituem maior complexidade comparados
aos estabelecidos no passado. Enfatiza-se as relações triangulares, observa-se
a presença de comportamento narcísico, exibicionista e curioso. Contraposto é
também um período de conflitos, pensamentos incestuosos, masturbação e
fantasias, onde o real e o moral divergem com o ID.
Tem o
foco direcionado a região genital, onde o pênis é o objeto de maior interesse
entre ambos os sexos, constituindo na criança o pensamento que ambos os gêneros
possuem pênis. Se questionados quanto as diferenças, desenvolvem teorias infantis
a exemplo do “Complexo de Castração”, no qual a criança deduz que meninas não
portam pênis em função de tê-lo sido arrancado. É natural nas meninas um
sentimento de incompletude e inveja do pênis.
Segundo
Freud na fase fálica ocorre o que ele definiu como o Complexo de Édipo, desejo
inconsciente dos meninos pela figura materna e o Complexo de Electra desejo
inconsciente da menina pela figura paterna. Fato que desencadeia em ambos a
cobiça por substituir ou destruir o consorte do seu objeto de amor, avaliando-o
como adversário ou oponente.
O
complexo de Édipo traz em seu contexto uma multifuncionalidade própria,
manifesta-se nos meninos como angustia pela possibilidade da castração. O pavor
que o pênis seja cortado, levando-o a reprimir o desejo sexual pela mãe. Com
intento de minimizar seu conflito interno, cria uma identificação com o pai,
assumindo para si comportamentos e atitudes do vínculo paterno momento de
instauração do SUPEREGO.
O
complexo de Electra desponta na menina com a descoberta que apenas o menino tem
pênis, enquanto que ela não o possui. Imputando culpa a sua mãe, destitui parte
deste amor materno. Contraposto, oferta todo sentimento ao pai, em função da
inveja que nutre “daquele que detém o falo.” Fato que equipara-se a angustia da
castração. No entanto, não há narrativas Freudianas ou escritos na literatura
que justifique ou explique a identificação da menina com a mãe e o restringir
do amor ofertado a figura do pai, assim como ocorre inverso no Complexo de
Édipo.
Trata-se
de uma importante fase visto que, define atitudes e relações concernente ao
sexo oposto na fase adulta. A suplantação do édipo não restringe-se apenas a
postura familiar ou dos pais, mas simultaneamente ao êxito da criança ao
preenche-lo. Sendo recalcado ou apenas reprimido poderá manifestar-se no futuro
patologicamente. O SUPEREGO é o legatário dos desígnios e limitações postas
pelos pais.
A
fixação nesta fase tem suas bases nos conflitos e agruras edipianos. No homem pode
desenvolver personalidades ou comportamentos paradoxais numa tentativa de
demonstrar que não foram castrados. Envolvendo-se e seduzindo inúmeras mulheres
as tantas possíveis, concebendo filhos aleatoriamente ou como afirmação
figurativa da masculinidade, conquistando alavancado sucesso profissional.
Podem também fracassar na vida profissional e sexual em função do nutrir sentimentos
de culpa recalcados por posicionar-se rivalizando com o pai pelo amor da mãe. Desenvolvem relacionamentos objetivando
encontrar a imagem materna, ato que promove a nível de futuro significante
perturbação nos relacionais.
Na
mulher está perturbação apresenta-se de modo especifico em relação a figura
masculina, revela uma postura sedutora a qual subtende-se a negação de contatos
sexuais (sedução retraimento). Esta postura inconscientemente, revela
peculiaridades advindas da relação estabelecida com pai. Um jogo de atração e
recalcamento do desejo. Sendo este o modelo transmitido para futuras
experiencias afetivas. O homem fantasiado como tipo ideal, passa a ser modelado
segundo a imagem paterna. A fixação acentuada por essa imagem, somados a
tenacidade do desprezo pela mãe, segundo especialistas podem desencadear
disfunções psíquicas, como o desejo de morfologicamente parecer como pai
desprezando sua anatomia feminina.
Período latente; tem
inicio aos cinco anos e segue até o
período da puberdade, por volta dos dez anos. Freud não o conceitua como fase
do desenvolvimento psicossexual, analisando os instintos sexuais percebeu-se
que os mesmos se mantem em repouso e sublimados; em práticas esportivas,
amizades com pessoas do mesmo sexo, hobbes entre outros. Etapa em que o SUPEREGO é mais sistematizado
em consequência da convivência e absorção das normas sociais, momento de
composição dos sistemas de valores, onde a criança é mais maleável, flexível,
comunicativa e autoconfiante.
As
fantasias e impulsos de ordem sexual são substituídos pelo desenvolvimento
cognitivo, com a “suplantação ou interrupção” do Complexo de Édipo e de
Electra. É importante ressaltar que latência é definido como estado do que se
acha encoberto, incógnito, não-manifesto, adormecido, digo seria o tempo entre
o estímulo e a reação do indivíduo.
Vale notabilizar que
o EGO e SUPEREGO permanecem em processo de maturação neste ciclo, os impulsos e
desejos sexuais não são atendidos, estes serão recalcados e exprimido na fase
subsequente. Freud afirma que o período de latência se prolonga até a puberdade:
Durante ele a sexualidade
normalmente não avança mais, pelo contrário, os anseios sexuais diminuem de
vigor e são abandonadas e esquecidas muitas coisas que a criança fazia e
conhecia. Nesse período da vida, depois que a primeira eflorescência da sexualidade
feneceu, surgem atitudes do ego como vergonha, repulsa e moralidade, que estão
destinadas a fazer frente à tempestade ulterior da puberdade e a alicerçar o
caminho dos desejos sexuais que se vão despertando. FREUD, 1926, livro XXV, p.
128..
Com
relação a possíveis pontos de fixação neste período, não foram encontrados,
observados ou relatados tipo especifico ou não especifico.
Fase genital; última
das fases, marca o início da puberdade e o retorno as pulsões sexuais. Regresso
da libido a zona genital, acontece em função do interesse por estabelecer
relações amorosas e procriar. O que foi vivenciado preliminarmente em antigos
estágios definirão as diversas áreas e predileções futuras da vida. Inclusive a
preferência ou escolhas dos pares, de acordo com Sigmund. Os conflitos, crises
e situações mal elaboradas em etapas regressa emergirão na fase genital, no
entanto se o processo estabeleceu-se favoravelmente o sujeito poderá evolver
para um indivíduo mais “equilibrado.”
Um
significativo acontecimento é a maturação fisiológica dos sistemas hormonais,
que resultam na intensificação dos impulsos, em especial os impulsos sexuais.
Exigindo um manejo maior no controle psicológico sobre as pressões provenientes
destes impulsos. Neste ciclo se estabelece um movimento de vida com maior independência,
devido a cisão emocional com os vínculos paterno/materno.
Observou-se
também alguns dos sentidos mais acentuados, um destes é a visão ou olhar. O
despertar pelo desejo de mostrar sua genitália e observar os órgãos genitais do
outro. Este ato curioso e de exibição estende-se a outras regiões e funções
corpóreas.
Com
relação a possíveis pontos de fixação neste período, não foram encontrados,
observados ou relatados tipo especifico. Porém Freud sugeriu que a fixação
genital era realmente o que as pessoas deveriam estar se esforçando para
conseguir. Tornando-se fixada nesta fase, a pessoa está pronta para um
relacionamento duradouro, amoroso, sexual e formando fortes ligações com
parceiros românticos.
Esta prossecução
de etapas que se desenvolve naturalmente na infância denomina-se manifestações
do impulso sexual.
Conclui-se
na afirmação Freudiana que a personalidade, o caráter e a formação das neuroses
floresce na infância, sendo os pais em maior escala influenciadores. Estas
serão solidificadas e ajustadas por volta do quinto ano de vida. Ele esclarece
que a conflagração
sexual infantil movimenta-se em derredor de territórios particulares, cada área
do corpo compromete-se em maior escala com núcleo do confronto em variáveis
idade. De acordo com a menção abaixo:
Em seu livro de 1905, Três
Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, Freud teorizou que algumas pessoas podem
desenvolver fixação psicológica devido uma ou mais das seguinte causas: Falta
de gratificação adequada durante uma das fases do desenvolvimento psicossexual.
Receber uma forte impressão de um desses estágios, caso em que a personalidade
da pessoa iria refletir essa fase ao longo da vida adulta. (Ele também afirmava
que "essas primeiras impressões da vida sexual são caracterizadas por um
aumento da obstinação ou susceptibilidade à fixação de pessoas que mais tarde
tornam-se neuróticas ou pervertidas")
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_psicossexual#Fase_anal
Em resultado
a esta observação Sigmund engendrou a teoria dos estágios psicossexuais do
desenvolvimento, conceituando-os por regiões erógena do corpo e os conflitos
por fase de desenvolvimento. Insatisfações ou aprazimentos podem produzir uma
interrupção transitório ou definitiva no desenvolvimento, podendo o sujeito
fixar-se em um dos ciclos evolutivos da personalidade, estabelecendo o que
Freud cognomina Fixação.
Dona Hermínia - Terapia Completo (Analise)
. Publicado em 28 de abr de 2015.
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SITE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fixa%C3%A7%C3%A3o_oral
SITE: https://psicanaliseclinica.com/fases-da-sexualidade/
SITE: http://www.redepsi.com.br/2008/03/18/fase-anal/
SITE:https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_psicossexual#Fase_anal
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